terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Aquele chapéu

Algures, nalgum arcaz, num velho sótão …
Jaz um chapéu que fez furores.
Quantas memórias ali encerra,
Quantos amores e desamores.


Era único, inigualável, um primor!
Reconhecido mesmo à distância …
Seu dono, gracioso, mui sedutor ...
O ostentava, com elegância.

(Adrianna)


4 comentários:

Laura disse...

O novo visual é de arrasar...
O verso do chapéu está lindo...
Beijinhos..

adrianna disse...

Olá
É um chapéu que muito teria para contar
Nunca esquecerei o seu dono
obrigada pela visita
beijinhos

Anónimo disse...

Esse chapéu faz-me lembrar alguém que não vejo há muito.
Vais ver que é o dono e não o chapéu que jaz no baú do sótão.e

africana disse...

Não fora a côr ser diferente ia dizer que era o meu! ahaha, como diz o outro..."Chapéus há muitos, seu palerma"!!Não és nada convencida!hahahaha